O tempo desfia-se em linhas secas.
Desertos herméticos, sertões do pensamento.
Água para florescer a alma árida.
A estação é de poucos ouvidos para lamentos…
E que Deus me ajude!
Mergulho em hiatos divinos regados a um bom vinho que aprendi a sorver entre amigos.
Entornam lembranças, vivências ensolaradas, tear colorido em dias cinzentos.
Daqui “me voy” e levo apenas o necessário.
Que seja leve!
Aprendi que não existe vazio quando nos sentimos amados.
Assim é. Que assim seja!

